terça-feira, 9 de julho de 2013

Novas fresquinhas... Ou serão quentinhas?

Vou ter um rapaz

Às 20 semanas começou a mexer-se pouco, mas agora quando se lembra parece que faz o pino e ginástica acrobática. especialmente à noite quando quero dormir, o que é chato!

Ainda não escolhi o nome (aceito sugestões).

Não lhe comprei nada ainda... tenho um fato que foi oferecido e uma chupeta que também foi uma prenda e mais nada.

Preciso de ideias para lhe decorar o quarto... algo simples e leve. Ideias?

De resto o calor continua e eu tenho a sensação que o rapaz nas ultimas noites tem estado em "banho-maria" :D

Dizem que as grávidas não se devem enervar...

Então porque é que só me lixam a cabeça, me fazem perder tempo e me põem de pombo-correio em assuntos complicados que não são meus? Ah? Porquê?
Tenho cara de policia ou alma de Madre Teresa?
Haja paciência gente, muita paciência!


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Tristes sinais do tempo...

Com esta noticia fiquei triste e pedi a Deus para que nunca isto, ou coisa parecida me aconteça a mim ou meu maridão.
A estes pais, desejo força, coragem e paz no coração.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Um post que merece outro

Acabei de passar na Belle Du Jour e deparei-me com isto!

Fiquei com agua na boca e desejar ovos estrelados no meio do pão... Acho que vou mandar o marido buscar isso... Acham bem?

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ponto de situação:

À espera da próxima ecografia.
A precisar de comprar alguma roupa e tirar outra que não serve do armário.
Sem paciência para ir a lojas procurar roupa.
Com vontade de mandar pessoal "pastar".
E farta dos "vulcões" que nasceram na minha cara, sim que isto já não são borbulhas!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Duvida de grávida de 1ª viagem

É possível sentir-se os batimentos do coração do bebé?
Ontem deitei-me e passei a mão na barriga e pareceu-me sentir qualquer coisa e depois com mais cuidado parecia-me sentir mesmo o coração do bebé a bater... Será mesmo possível?

sexta-feira, 17 de maio de 2013

A propósito da nova lei.

Correndo o risco de ser linchada em praça publica, quero apenas deixar aquela que é a opinião e muito sinceramente aquilo que o meu coração dita:

Vou ser mãe, felizmente tenho uma família que apoiaria um filho meu, caso eu e o meu marido "batêssemos as  botas", mas se esse apoio não existisse não gostaria,aliás não queria que um filho meu fosse institucionalizado.
Sei que as instituições fazem um grande trabalho e que muitas vezes fazem "omeletes sem ovos", mas sinceramente acho que uma criança, precisa de amor incondicional, de regras, e de um ou dois ou de uma família inteira que os ame, que lhe imponha limites.
Sei que existe muita gente que cresceu e em instituições e que hoje são felizes, mas sei que a adopção é uma das formas de amar uma criança.
E mesmo estando grávida este desejo nunca me larga, sonho com um dia poder dar amor a uma criança que perdeu, ou que foi obrigada a afastar-se da sua família.

Se me dizem que a criança vai ficar traumatizada, eu pergunto porquê?
Porque vai crescer no meio de uma relação diferente?
E aqueles que crescem no meio de uma relação com violência,  com discussões?
Será que dois adultos não são capazes de educar uma criança?
Será a orientação sexual de alguém o rotulo que define quem é capaz de amar, ou educar alguém?

Mais do que egoísmo, mais do que preconceitos, há que pensar se gostaríamos de ser amado, ou viver em "quartéis"....

Fica a reflexão.