quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O que tornava o meu dia melhor...

 Era uma taça de morangos, bem vermelhinhos, naturalmente doces...

Uma taça de morangos chegava para tornar o meu dia mais saboraso, mais completo... Mas preferia que te deliciasses ao meu lado...

E como hoje acordei com esta ideia, acho que quando for ao café vou comprar morangos e logo vou partilha-los contigo!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Apesar do céu cinzento...

Existem dias em que nos apetece abrir os braços e agarrar o mundo inteiro de uma só vez...

Sentir o frio e o calor, sentir o aveludado das flores e os espinhos dos cactos!

Hoje viveria de qualquer maneira, com ou sem sol, com ou sem sonhos, nos dias em que a nossa alma se sente assim, nem são necessários sonhos, basta desejos!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Há blog's que nos inspiram...

Hoje na minha visita diária aos blogs que costumo ler, li o bagaco amarelo que escreveu algo brilhante! Com o seu total consentimento transcrevo para aqui o texto que sinceramente me fez ver o dia de outra maneira, me fez olhar para o meu marido (namorado) de outra forma, porque mesmo quando estamos com um monte de roupa em cima, ou com a "tralha" toda espalhada pelo chão, podemos partilhar aquela "mão" que por vezes nos sobra e não sermos tão egoístas! Lá pelo refogado queimar enquanto fui ao Continente e ele ficou de "deitar um olho" ao tacho, não quer dizer que a casa vá abaixo, afinal todos falhamos e eu não sou nenhuma excepção, bem pelo contrario!

E porque realmente existem textos capazes de abalar a nossa forma de viver aqui vai o texto publicado no não compreendo as mulheres:

"Com o tempo ganhei alguma dificuldade em reconhecer na "minha mulher" aquela que tinha sido a "minha namorada". Cheguei a essa conclusão numa manhã qualquer invernosa, e foi aí que passei a detestar a expressão "minha mulher".
Ela estava a tentar encontrar uma meias num monte enorme de roupa por passar, eu estava a tentar arrumar o aspirador numa despensa onde já não cabia mais nada. Caíram algumas coisas que estavam amontoadas à sorte naquele pequeno cubículo da casa e eu pedi ajuda. Ajuda aqui! E ela perguntou-me se eu achava que ela podia. Achas que posso?
Vivíamos lado a lado mas não vivíamos juntos. Nem ela me podia ajudar a arrumar o aspirador na despensa, nem eu podia ajudá-la a encontrar umas meias num enorme emaranhado de roupa. Nunca consegui explicar muito bem isso a mim mesmo, mas acho que tudo começou a acontecer quando ela deixou de ser minha namorada para passar a ser minha mulher. Fiquei a olhar para a despensa desarrumada como se aquilo fosse a minha vida, ou seja, demasiadas coisas sem importância a preencher todo o espaço existente.
O que sobrava era tentarmos ter pequenos momentos de privacidade, fosse na casa de banho a ler uma revista ou numa rápida ida ao café da frente para ler as gordas do jornal do dia. Porque esse era o problema de ela ser a "minha mulher" e eu o "marido dela". Não tínhamos os nossos momentos. Aqueles que são mesmo só nossos. É isso que distingue um par de marido e mulher dum par de namorados.
Quando me divorciei acho que foi a primeira coisa em que pensei. Se me tornar a meter noutra espero que seja com uma namorada para sempre. E repeti para mim mesmo a palavra "namorada", mesmo sem perceber muito bem o que estava a dizer."

Obrigada Bagaço pela inspiração!


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

....

Queria estar assim dentro das tuas mãos, totalmente protegida!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eu sei que ando atrasada, mas fim de semana é fim de semana!

E ando atrasada porque me apetece falar sobre o 11 de Setembro, embora nem saiba muito bem o que dizer... Sei que cada vez que vejo a imagem do 2º avião a embater na 2ª torre, sinto medo, muito medo!Porque eu vi o avião, mesmo antes do jornalista Paulo Camacho, que apresentava o jornal na SIC, ter percebido o que se passava!

É estranho que desde esse dia fatídico tenho medo de ouvir um avião a passar a baixa altitude...Eu sei que vivo em Portugal, neste cantinho que não interessa a ninguém, mas a verdade é que fiquei bastante sugestionada.

Lembro-me especialmente dos dias seguintes em que o Afeganistão foi atacado e eu no inicio da minha juventude, tinha medo que por causa disso começasse uma guerra, para a qual Portugal não estava preparada...

Apesar destes acontecimentos, e ao contrario de muita gente que conheço, este dia não me tornou racista mas tornou-me menos tolerante com as religiões extremistas...

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Hoje é dia de festa!

Uma das pessoas mais importantes da minha vida faz anos... Sem essa pessoa, eu não saberia o que sei hoje, não teria o mesmo amor próprio que tenho, não seria tal qual como sou, para o bem e para o mal...

Tenho o seu "à vontade", aprendi a cantar sempre que a vida o deixa, aprendi a rir das coisas mais simples...

Também aprendi com essa pessoa a não deixar nada por dizer, a não deixar que o rancor viva no meu coração, aprendi com ela que o melhor para todos é dizer sempre o que se pensa, mesmo que não seja o politicamente correcto...Mas também aprendi a amar e dar sempre o melhor de mim.

Por tudo isto hoje é dia de festa, a pessoa que mais me ama está de parabéns...

Parabéns MÃE!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quando temos que viver com a nuvem do cancro...

Ter uma tia materna com cancro da mama é doloroso e preocupante, mas saber que outra tia foi agora operada e tem que fazer quimioterapia devido ao mesmo problema é assustador, tendo em conta que a minha mãe anda sempre em vigilância e que foi operada três vezes a quistos benignos.

Parece que estamos mais a mercê dessa doença que destrói a auto-estima, o amor próprio e por vezes a família, que nos rouba a alegria.

Voltar de férias e ter esta nuvem sobre a família é desgastante. Estou atrofiada.
Nem consigo trabalhar! Que raio de vida estúpida...